quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
POEMA:MAIO
ESSA MANHÃ ACORDEI DE UM SONHO PELO PÁSSADO
ANDANDO POR RUAS SOMBRIA NUM TEMPO DISTÂNTE
OLHANDO ANIMAIS E HOMENS BRINCANDO COM Á MORTE
COMO SI FOSSEM IMORTAIS
E UM VELHO JUNTANDO PEDAÇOS DE SUA VIDA FRACASSADA
COMO FAGÚLHAS DE UM JURAMENTO ACORRENTADO PELA DOR
EM NOME DE UM ESTRANHO AMOR
VEJO AO FUNDO DE UM RIACHO SOB ESTACAS
UMA CASA AZUL ABANDONADA PELA HISTÓRIA
NUMA SALA VELHAS LEMBRANÇAS FRIA COMO CADÁVORES
NUM CORREDOR AO SUL UM PORÃO DE SENTIMENTOS PERDIDO
COMO UM SACRÍFICIO ESQUARTEJADO NO FUNDO DE UM POÇO
ENQUANTO OLHAVA UM QUADRO COM FLORES NA MÃO
E A VISÃO DE UM ÁRVORE QUE PLANTEI
QUANDO AINDA ÁVIA SENTIMENTO INOCÊNTE
PELOS CAMPOS DE OUTRORA
QUE AGORA ENVELHECIDO NO MEIO DO NADA
ESPERANDO PELO O FIM DO DIA
COMO UM DESERTO DESCONHECIDO
AO FIM DE UMA ESTRADA ALMAS CRUZAM O INFERNO
SOBRE O FOGO CRUZADO DE UM DRAGÃO SEM PIEDADE
E UMA LUA CINZENTA DESMORONANDO SOBRE UMA COLHETA DE CORPOS
UMA TERRA NOVA JÁ CONDENADA Á MIZÉRIA DA INSERTEZA
IMPÓSTA Á FORÇA DE UM CRIADOR SEM LEI
JUNTO A BOMBARDEIO DE INJÚRIAS E FALSAS PROMESSAS
AQUEM ACABARAM DE NASCER SOB UMA FÉ CÉGA
ONDE MERCENÁRIOS E ALIENÁDOS
PROMÓVEM ESPERANÇA E DISCÓRDIA
NOS MORROS E ASFÁLTO SOB TOQUE DE RECOLHER
EM SILÊNCIO UM LUTO SOB PÉTOLAS
CARREGANDO UMA CRUZ NEGRA
DESPERTANDO TODO O MAL DA HUMANIDADE
POR UMA ROSA ASSASINADA.
CIDYANG
ESSA MANHÃ ACORDEI DE UM SONHO PELO PÁSSADO
ANDANDO POR RUAS SOMBRIA NUM TEMPO DISTÂNTE
OLHANDO ANIMAIS E HOMENS BRINCANDO COM Á MORTE
COMO SI FOSSEM IMORTAIS
E UM VELHO JUNTANDO PEDAÇOS DE SUA VIDA FRACASSADA
COMO FAGÚLHAS DE UM JURAMENTO ACORRENTADO PELA DOR
EM NOME DE UM ESTRANHO AMOR
VEJO AO FUNDO DE UM RIACHO SOB ESTACAS
UMA CASA AZUL ABANDONADA PELA HISTÓRIA
NUMA SALA VELHAS LEMBRANÇAS FRIA COMO CADÁVORES
NUM CORREDOR AO SUL UM PORÃO DE SENTIMENTOS PERDIDO
COMO UM SACRÍFICIO ESQUARTEJADO NO FUNDO DE UM POÇO
ENQUANTO OLHAVA UM QUADRO COM FLORES NA MÃO
E A VISÃO DE UM ÁRVORE QUE PLANTEI
QUANDO AINDA ÁVIA SENTIMENTO INOCÊNTE
PELOS CAMPOS DE OUTRORA
QUE AGORA ENVELHECIDO NO MEIO DO NADA
ESPERANDO PELO O FIM DO DIA
COMO UM DESERTO DESCONHECIDO
AO FIM DE UMA ESTRADA ALMAS CRUZAM O INFERNO
SOBRE O FOGO CRUZADO DE UM DRAGÃO SEM PIEDADE
E UMA LUA CINZENTA DESMORONANDO SOBRE UMA COLHETA DE CORPOS
UMA TERRA NOVA JÁ CONDENADA Á MIZÉRIA DA INSERTEZA
IMPÓSTA Á FORÇA DE UM CRIADOR SEM LEI
JUNTO A BOMBARDEIO DE INJÚRIAS E FALSAS PROMESSAS
AQUEM ACABARAM DE NASCER SOB UMA FÉ CÉGA
ONDE MERCENÁRIOS E ALIENÁDOS
PROMÓVEM ESPERANÇA E DISCÓRDIA
NOS MORROS E ASFÁLTO SOB TOQUE DE RECOLHER
EM SILÊNCIO UM LUTO SOB PÉTOLAS
CARREGANDO UMA CRUZ NEGRA
DESPERTANDO TODO O MAL DA HUMANIDADE
POR UMA ROSA ASSASINADA.
CIDYANG
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
já,faz tempo que eu cresci
como uma visão no deserto
COMO ALGUÉM, QUE PÁRTIL AOS 27ANOS
COMO ALGUÉM, QUE PÁRTIL AOS 27ANOS
como uma rosa podada pelas mãos do seu criador
como uma cicatriz exposta a vinho e sangue
como um dia sem esperança,perdido no nada
como um caminho sem cruzamente,em alto mar
como uma dor sem lágrima,esvaindo no tempo
como um som no fundo do poço,e ninguém por perto
como um impacto depois da decolagem,até o chão
como uma canção,jamais ouvida pelos amantes
como uma pessoa,triste em meio a multidão
como um lugar desconhecido,de ruas sem nome
como um homem só,no apocalipse do fim do mundo
como um desejo sufocado,pela insônia da lua
como um sonho partido, pela foice da desigualdade humana
como o bem vencido pelo mal,mesmo antes de lutar
somos todos enterrados numa vala,como números romanos.
POEMA(CIDYANG)
segunda-feira, 18 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quando eu era jovem só queria utrapassar a barreira do som
hoje aos 40 da minha vida só quero contemplar cada segundo sentado sobre uma ponte
enquanto vejo as águas do rio passar e o velho som do trem sumindo entre as montanhas
agora vejo oque perdi,atravessando aqueles campos de algodão e vales de pedras
sem olhar pátras enterrando minha alma
embusca de tudo que um homem pode sonhar numa grande cidade
por muitas esquinas eu ví a morte do meu lado
por muitas ruas amanheci como um endigente
poucos amigos conheci num inverno sem fronteira
como um cão segui solitário embusca do caminho de volta
em uma fração de tempo eu vi o começo e o fim de muitas vidas boas e ruins
mas nada que me impedisse de chegar até aqui
apenas me mantive a distância dáquilo que não acreditava
procurando encotrar a minha volta o mais puro verde que pudesse alcançar
porque cada um de nós seguimos uma trilha pela mesma estrada
e cruzamos com estranhos a cada curva com histórias diferenças
e experiências que nos levam pra algum lugar no infinito
tudo tem seu tempo,um tempo para plantar,um tempo para crescer
um tempo para colher
em algum lugar do tempo eu pulei a onda errada
e hoje a cada manhã de sol estou sonhando dentro de um fábrica
me enquelíbrando por uma escolha na juventude do passado
que não tem mais volta
mas si cheguei até aqui,posso ensinar com meus cabelos branqueando
e minha visão mais curta e uma voz já sem eco,que tanto ecuáva
quando achava que sempre estava certo de tudo á minha volta
gostaria que meus filhos não projetace éssa vida para eles
porque nem sempre a felicidade esta na aparência
mas na conquista do tempo e no envelhecimento
com sábedoria eterna.
hoje aos 40 da minha vida só quero contemplar cada segundo sentado sobre uma ponte
enquanto vejo as águas do rio passar e o velho som do trem sumindo entre as montanhas
agora vejo oque perdi,atravessando aqueles campos de algodão e vales de pedras
sem olhar pátras enterrando minha alma
embusca de tudo que um homem pode sonhar numa grande cidade
por muitas esquinas eu ví a morte do meu lado
por muitas ruas amanheci como um endigente
poucos amigos conheci num inverno sem fronteira
como um cão segui solitário embusca do caminho de volta
em uma fração de tempo eu vi o começo e o fim de muitas vidas boas e ruins
mas nada que me impedisse de chegar até aqui
apenas me mantive a distância dáquilo que não acreditava
procurando encotrar a minha volta o mais puro verde que pudesse alcançar
porque cada um de nós seguimos uma trilha pela mesma estrada
e cruzamos com estranhos a cada curva com histórias diferenças
e experiências que nos levam pra algum lugar no infinito
tudo tem seu tempo,um tempo para plantar,um tempo para crescer
um tempo para colher
em algum lugar do tempo eu pulei a onda errada
e hoje a cada manhã de sol estou sonhando dentro de um fábrica
me enquelíbrando por uma escolha na juventude do passado
que não tem mais volta
mas si cheguei até aqui,posso ensinar com meus cabelos branqueando
e minha visão mais curta e uma voz já sem eco,que tanto ecuáva
quando achava que sempre estava certo de tudo á minha volta
gostaria que meus filhos não projetace éssa vida para eles
porque nem sempre a felicidade esta na aparência
mas na conquista do tempo e no envelhecimento
com sábedoria eterna.
sábado, 9 de julho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Assinar:
Comentários (Atom)


0 comentários:
Postar um comentário