sábado, 4 de junho de 2011

penso em desistir enquanto ainda ha tempo
a minha história e meu fim
oque tenho e quase nada perto doque perdi
meu destino , minha vida na contra mão de uma avenida
oque sobrou e um dia após o outro na mesma direção
pessoas em comum a minha volta todas iguais
como um retrato envelhecido pelo sol
ausÊnte e distânte de mim mesmo
estou dentro de um infinito desigual
no mesmo lugar de sempre                           
caminho por um movimento em silêncio
solitário como uma explosão lunar              
mi disperto como as galáxia ao nascer do sol
são dias que mi encontro por um espaço envão          
procurando por respostas que não entendo                                                   
como um sácrificio inocÊnte a luz da noite
em nome de uma justiça de chumbo por mercenários de um cartão postal
como lutar contra a maldade que temos dentro de nós
enquanto remamos contra a maré enloquentimente num barco á deriva
e a desigualdade entre os homens  pela terra
é a mesma que temos pela fé

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