quarta-feira, 5 de setembro de 2012



the faces relíquia do rock oculto
como promessas quebradas pela morte
como sonhos mal-vestidos
como á ultima vela derretendo no corredor
como sombras no mar de sangue
como marte na sua solidão
como o mistério de amor e guerra
como o espírito da lua vivo em circulo,por uma busca profunda
lá-fora o tempo passa sem memórias,enquanto envelheço sobre minha carne
tentando broquear o sol com minhas lágrimas
todos os sonhos são apenas uma janela para loucura
nada passa pela noite somente uma lua solitária do leste para o norte
fazendo do meu caminho um abismo profundo
como á sombra de uma cruz abeira de uma estrada
carrego meus pecado e minha fé como um anjo negro pelas ruas 
onde todos vendem suas almas
sou um homem cego de bondade e pobre de espírito
descansando sobre minha própria árvore
que moldarei meu caixão misturado com minhas cinzas
POR:CIDYANG.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

conheça porque não hávera+isto nos dias de hoje


o tempo é só um momento envelhecendo nossas vidas sem parar
os dias passam como um relógio envolta do sol
enquanto procuro por um fé,desconhecida entre os homens
vejo religiões dividindo pessoas á minha volta como (como uma roleta russa)
vidas são levadas por um estranho outros si perdem pelas ruas do vício
da minha casa faço castelo,e da poesia minha armadura empunho
porque nada é pra sempre
existe uma era pra cada nascimento e suas fórmulas
vivemos de memórias e heróis enterrado sobre uma terra sem lei
onde estou não queria estar,entre lobos e filósofos jogo com minha própria vida
caminhando por um planalto central e apocalipsio á nossa realidade
procuro por um reino,onde não si reina por-causa-própria
onde a igualdade  são forças e medidas iguais entre todos            
onde a felicidade são caminhos tortos e desconhecidos e as escolhas é a liberdade sem direção
onde um estranho planta á sua terra e colhe sua esperança livre pelos campos
com um sagrádo coração pelos vales da memórias.
por:cidyang



já,faz tempo que eu cresci
como uma visão no deserto
como alguém que partiu aos 27anos
como uma rosa podada pelas mãos do seu criador
como uma cicatriz exposta a vinho e sangue
como um dia sem esperança,perdido no nada
como um caminho sem cruzamento,em alto mar
como uma dor sem lágrima,esvaindo no tempo
como um som no fundo do poço,e ninguém por perto
como um impacto depois da decolagem,até o chão
como uma árvore sem vida,no meio da maior floresta
como uma canção,jamais ouvida pelos amantes
como uma pessoa,triste em meio a multidão
como um lugar desconhecido,e ruas sem nome
como um homem só,no apocalipse do fim do mundo
como um desejo sufocado,pela insônia da lua
como um sonho partido, pela foice da desigualdade humana
como o bem vencido pelo mal,mesmo antes de lutar
somos todos enterrados numa vala,como números romanos.

por:cidyang